O que uma mulher negra pode aprender com Lélia Gonzalez depois de ler Carolina Maria de Jesus?


O nosso penúltimo painel do ciclo de debates “Uma revolução chamada Carolina” discutirá o impacto da leitura dos livros de Carolina Maria de Jesus e Lélia Gonzalez, as duas autoras homenageadas da Flup 2020. “O que uma mulher negra pode aprender com Lélia Gonzalez depois de ler Carolina Maria de Jesus?” será sobre o panteão de mulheres e intelectuais negras que estão sendo lidas, reconhecidas e valorizadas nesse universo literário. Temos mulheres negras que desejam ler mulheres negras e que se afirmam nessa literatura.

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As pessoas brancas sempre leram Carolina pela sua carência. Para a branquitude, ela sempre foi a mulher preta que passou fome para sustentar seus filhos, jamais reconhecida por sua grandeza estética. Quando as mulheres negras resgatam seu projeto literário, a potência de Carolina Maria de Jesus finalmente passa a ser valorizada. 👊🏿

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O painel falará sobre a negritude que chega ao Mestrado e Doutorado, lê Lélia Gonzalez, bell hooks, Alice Walker, e consegue mergulhar em outras camadas da obra de Carolina.

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“O que uma mulher negra pode aprender com Lélia Gonzalez depois de ler Carolina Maria de Jesus?”, com Ana Maria Gonçalves, Eliana Alves Cruz e mediação de Rossi Alves: Dia 11 de Agosto, próxima terça-feira, às 19h, no YouTube e Facebook da Flup!

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